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Entende-se por doutrina Matheusiana a série de princípios correlatos utilizados por Matheus Leał na formação de suas políticas.

Componentes sociaisEditar

Promoção da igualdade de oportunidadesEditar

A igualdade de oportunidades entre os homens não é um conceito absurdo e descabido, ela é necessária em qualquer sociedade. Todos devem ter os mesmos direitos de crescer na vida partindo ao menos teoricamente do mesmo ponto. Educação de qualidade para todos os que assim quiserem, da pré-escola à pós-graduação, deve ser uma política promovida por qualquer governante brasileiro. O estímulo às habilidades natas de cada um deve ser desenvolvido ao máximo. Ademais, nenhum cidadão deve ser privado do direito de receber um salário digno de fato, adequado às suas habilidades e à sua formação, bem como nível de periculosidade.

Anti-feminismo militanteEditar

O feminismo como ideologia que prega a igualdade entre os gêneros é certamente benéfico ― tanto quanto o masculinismo. O grande problema do feminismo é o sequestro da ideologia feito por militantes de esquerda que ocorreu nas últimas dicas pedindo rupturas radicais com a ordem estabelecida ao longo de décadas, ou mesmo séculos. A rejeição dos homens como seres que merecem tanta dignidade quanto as mulheres e a defesa da abominação assassina que é o aborto são os principais pontos que devem ser combatidos.

Componentes religiososEditar

Deus e Jesus CristoEditar

Interpretação da BíbliaEditar

Repúdio ao abortoEditar

Componentes ideológicosEditar

DemocraciaEditar

A democracia certamente é a melhor forma de governo, muito à frente de todas as outras. O conceito de democracia é tão difuso nos dias de hoje que apenas quatro países em todo o mundo não se dizem democráticos ― embora muitos outros só o sejam no nome. A promoção dos valores democráticos para o Brasil e para outros países do mundo é um dos pontos-chave desta doutrina.

Anti-nazicomunismoEditar

Os regimes totalitários como nazismo, comunismo, fascismo e suas crias devem ser firmemente combatidos. Regimes que mataram ― e continuam matando ― não merecem existir nem ter voz, mesmo em sociedades democráticas como o Brasil merece ser.

Repúdio à ignorância político-ideológicaEditar

O problema do Brasil não é apenas o eleito. O problema do Brasil também é o eleitor. Um dos principais causadores de problemas nas eleições é a falta de coerência ideológica dos eleitores, que votam "na pessoa" e não num partido, num programa de governo e em todas as consequências que o voto acarreta. Muitos preferem acreditar que votar na pessoa é melhor do que votar nos partidos corruptos e se fazem de desentendidos, outros dizem que a falta de opções os faz votar no "menos pior". Tudo isso causa o apodrecimento da política do país.

Componentes de política internaEditar

MonarquismoEditar

A monarquia foi a única forma de governo que trouxe ao Brasil a esperança de crescimento econômico e estabilidade interna ao mesmo tempo, por mais de 50 anos ininterruptos. O Brasil deu seus primeiros passos como monarquia, e o rompimento com essa instituição provocou muitos dos problemas crônicos que vive o país nos dias de hoje. A restauração monárquica é um dos objetivos desta doutrina para que o Brasil volte a ter uma referência como líder da nação, uma pessoa acima de interesses políticos, comprometida exclusivamente com o Brasil. Esta pessoa sem sombra de dúvidas é o Imperador Dom Luiz I.

Componentes de política externaEditar

EuropeanismoEditar

A Europa sempre foi e sempre será o modelo a ser seguido por todo o mundo. O continente onde boa parte dos acontecimentos realmente relevantes para a humanidade aconteceram já nos ensinou muito, e tem muito mais a ensinar. O respeito às nações europeias e a adaptação de modelos europeus à realidade brasileira é um dos pontos da doutrina matheusiana.

Nacionalismo alinhado ao OcidenteEditar

Um Brasil nacionalista, com a continuação da política externa independente, porém alinhada com os seus aliados naturais no Ocidente, deve ser o objetivo da doutrina matheusiana. Ressalta-se aqui o repúdio veemente às relações bilaterais com países cujos discursos são anti-ocidentais, nomeadamente, o Irã, a Venezuela, a Rússia, e países árabes em geral. As relações com os Estados Unidos devem ser melhoradas, bem como aquelas com países da Europa e de outros continentes alinhados aos EUA. O Mercosul deve ser restrito apenas a países que respeitam os seus princípios básicos, e precisa ter sua importância ampliada. A adesão de Venezuela e Bolívia são rejeitadas com base na falta de democracia nestes países. A América do Sul deve ver o Brasil como um líder benéfico, e o Brasil deve atuar nestes países no sentido de garantir que os governos destes sejam favoráveis aos nossos interesses.

A Polônia como potência mundialEditar

A Polônia deve voltar a ser uma potência europeia e mundial, como já foi no século XVII. Seguindo a mesma linha nacionalista e ocidental do Brasil idealizado por mim, a Polônia precisa ampliar sua área de atuação para a Europa Oriental como um todo, contra-balançando o poder da Rússia imperialista e expansionista. A expansão territorial por meios diplomáticos e nunca belicistas não está descartada.

Apoio a IsraelEditar

Israel, como principal aliado dos países ocidentais, localizado em uma região hostil repleta de inimigos ferozes e dispostos a destruir o Estado judeu, é uma nação que merece todo o apoio possível para garantir sua sobrevivência e sua soberania. A existência de um Estado palestino reconhecido internacionalmente só poderá se concretizar com o aval de Israel. Além do mais, países hostis a Israel como o Irã não podem jamais ter armamento nuclear ou químico.

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